Sobre mim:
Sou Co-founder da Mind in Shift, agência de automação e desenvolvimento em Jacareí-SP, e cuido da parte técnica da operação. Construo agentes de IA, fluxos de automação e dashboards que rodam em produção atendendo cliente real, todo dia.
O tipo de problema que eu resolvo é específico. Empresa que cresceu e a operação não acompanhou. Que ainda depende de planilha, WhatsApp do dono e gente lembrando das coisas. Que perde lead porque ninguém recontactou, perde agendamento porque a mensagem passou, gasta horas em tarefa que computador faria melhor. Não é caso de "instalar um SaaS qualquer e está resolvido". É caso de entender exatamente onde a operação trava e construir o sistema que destrava.
Quando eu construo, penso primeiro em durabilidade. Sistema bonito que quebra na primeira semana de produção é prejuízo pro cliente e dor de cabeça pra mim. Toda escolha técnica carrega um trade-off, e o cliente precisa saber qual é antes de a gente começar, não depois quando algo deixa de funcionar como esperado. E reconheço que parte do que parece boa ideia no escopo inicial é exatamente o que eu vou recomendar não construir. Disciplina de escopo é o que separa sistema sólido de gambiarra disfarçada.
Na prática, isso aparece como agente de atendimento e qualificação via WhatsApp que roda 24/7, automação de fluxo que conecta sistemas que antes ficavam soltos, dashboard multi-tenant com isolamento por RLS pra quem atende vários clientes em paralelo, e integração via API que junta ferramentas que não conversavam. Trabalho principalmente com Next.js e TypeScript no frontend, Supabase no banco, n8n pra orquestração, Redis pra fila e estado de sessão, tudo em Docker em VPS própria pra ter controle sobre infra crítica.
Como eu trabalho: começo entendendo a dor real antes de propor código. Muita coisa que parece problema técnico é processo mal definido, e construir software em cima de processo torto só esconde o problema. Quando entrego, entrego o que roda em produção, não protótipo que precisa de babá. Comunicação direta, sem enrolação. Se algo não vai funcionar, eu falo antes, não depois.
Se sua operação está nesse ponto onde planilha e WhatsApp não dão mais conta, ou se você está construindo algo novo e precisa de quem já fez isso rodar em produção, vamos conversar. Mando proposta com escopo claro, prazo realista e o que eu não vou construir explicado também.
Resumo da experiência profissional:
Co-founder da Mind in Shift, agência de automação e desenvolvimento em Jacareí-SP. Construo a parte técnica da operação: agentes conversacionais via WhatsApp, automações de fluxo em n8n, dashboards multi-tenant em Next.js, integrações via API.
Trabalho com automação em produção, não em laboratório. Os sistemas que construo atendem cliente real, todo dia, com volume de mensagem e dado que exige decisões sobre fila, retry, isolamento de tenant, recuperação de erro. É um tipo de experiência que só se ganha entregando algo que precisa rodar amanhã de manhã.
Os padrões de dor que mais aparecem nos meus projetos:
- Empresa que cresceu e a operação ainda depende de planilha, WhatsApp do dono e gente lembrando das coisas
- Lead que entra e ninguém recontacta, ou recontacta tarde demais
- Atendimento que não escala porque depende de pessoa disponível em horário comercial
- Operação rodando em três ferramentas diferentes que não conversam entre si
- Time gastando 10, 20 horas por semana em tarefa que computador faria sozinho
Construo o sistema que destrava cada um desses casos, com escopo claro e foco no que vai durar depois do deploy.
Stack que uso na maior parte do trabalho: Next.js, TypeScript, Supabase (PostgreSQL com RLS e pgvector), Redis, n8n self-hosted, Docker em VPS, OpenAI e Anthropic via API, Evolution API e Zapster para WhatsApp.
Formação: Técnico em Automação (SENAI), cursando Engenharia de Produção (Univesp).
Certificações: AI Fundamentals (IBM), Python (Alura), Dashboard com Python, Comunidade Sem Codar.