Sobre mim:
Nunca gostei muito da ideia de passar a vida inteira trabalhando para construir o projeto de outra pessoa.
Não porque exista algo errado nisso, mas porque sempre tive vontade de construir algo meu. O problema é que, durante muito tempo, eu não sabia exatamente o que seria.
Aos 26 anos, finalmente comecei a transformar em trabalho algo que percebi que já fazia naturalmente há muito tempo: observar padrões, fazer perguntas e procurar soluções.
Sempre fui a pessoa que olha para alguma coisa e pergunta: por quê?
Por que fizeram dessa forma?
Por que alguém escolheria isso e não aquilo?
Por que uma ideia funciona em um lugar e não em outro?
Por que uma empresa pode ter algo valioso e, ainda assim, ter dificuldade para fazer as pessoas perceberem esse valor?
Quanto mais eu observava, mais perguntas apareciam.
E, em vez de enxergar isso como algo que deveria ignorar, comecei a perceber que talvez estivesse justamente aí aquilo que eu poderia transformar em trabalho.
Grande parte da minha formação também aconteceu dessa maneira: por curiosidade e iniciativa própria.
Aprendi inglês sozinho e levei essa mesma autonomia para outras coisas que despertaram meu interesse. Quando quero entender algo, gosto de pesquisar, comparar, testar, questionar e tentar descobrir o mecanismo por trás daquilo.
Foi assim que comecei a me aprofundar em marcas, negócios, comportamento do consumidor, experiência do cliente e estratégia.
E foi dessa forma de observar o mundo que nasceu a TUFFO.
Hoje existe uma pergunta que resume muito do que procuro entender:
“ONDE ESTÁ O VALOR DE UMA EMPRESA — E COMO FAZER O CLIENTE PERCEBER ESSE VALOR?”
Porque aprendi a separar duas coisas que parecem iguais, mas não são:
Ter valor não significa necessariamente conseguir demonstrá-lo.
Uma empresa pode acreditar que está comunicando uma coisa enquanto o cliente percebe outra. Pode tentar solucionar uma consequência sem perceber a causa. Pode procurar uma ferramenta nova quando a resposta talvez esteja em algo que ela já possui.
Por isso, quando alguém me apresenta um problema, minha primeira vontade não é responder imediatamente.
É entender.
O que está acontecendo?
Por que está acontecendo?
O que já foi tentado?
O que o cliente está percebendo?
Existe alguma informação que estamos tratando como verdadeira sem ter certeza?
Estamos tentando resolver o problema certo?
Às vezes a resposta confirma exatamente aquilo que a pessoa já imaginava.
Às vezes uma única pergunta muda completamente a direção do projeto.
É essa parte que mais me interessa.
A tecnologia entrou na minha trajetória como uma forma de ampliar aquilo que consigo criar e explorar. Hoje utilizo inteligência artificial e diferentes ferramentas digitais no meu processo, mas não acredito que uma ferramenta substitua a necessidade de entender o problema.
Antes de perguntar “qual ferramenta devemos usar?”, prefiro perguntar “o que estamos tentando resolver?”.
Também estou começando minha trajetória profissional dentro do 99Freelas.
Isso significa que você ainda não encontrará dezenas de avaliações ou projetos concluídos no meu perfil. E prefiro dizer isso diretamente a tentar construir uma imagem de experiência que ainda não possuo dentro da plataforma.
Estou aqui justamente para construir esse histórico.
Mas quero construí-lo da mesma maneira que comecei a construir a TUFFO: fazendo perguntas, aprendendo, desenvolvendo soluções e deixando que o trabalho realizado se transforme, aos poucos, na prova do que consigo entregar.
Existe ainda uma razão pessoal para eu gostar de trabalhar com quem está construindo alguma coisa.
Eu sei como é ter uma ideia própria e querer fazê-la funcionar.
Sei como é olhar para algo que ainda não existe completamente e enxergar o que aquilo poderia se tornar.
Talvez por isso eu não queira ser apenas alguém por trás de uma entrega.
Quero entender o que você está tentando construir.
Porque antes de existir uma marca, uma estratégia, um nome ou qualquer outra solução, existe uma pessoa tentando transformar uma ideia em alguma coisa real.
Eu comecei a fazer isso aos 26 anos.
Talvez você esteja fazendo isso agora.
Se for o caso, provavelmente já temos uma coisa em comum.
Resumo da experiência profissional:
Minha atuação é voltada à análise e ao desenvolvimento de soluções para marcas e negócios, reunindo estratégia, comportamento do consumidor, experiência do cliente e comunicação.
Áreas de atuação:
• Branding e estratégia de marca;
• Naming e desenvolvimento de conceitos;
• Posicionamento de marca;
• Proposta e comunicação de valor;
• Pesquisa e análise de mercado;
• Comportamento do consumidor;
• Experiência e jornada do cliente;
• Estratégia de negócios;
• Identificação de problemas e oportunidades;
• Estratégias para canais digitais;
• Landing pages e otimização de conversão;
• Desenvolvimento e estruturação de ativos de marca.
Meu processo envolve pesquisa, análise, desenvolvimento estratégico e, quando necessário, prototipagem e produção de materiais para transformar uma ideia em algo que possa ser apresentado, testado ou aplicado.
Para ampliar minha capacidade de execução, utilizo ferramentas de inteligência artificial, pesquisa, design, audiovisual e produção digital, incluindo Figma, Canva, Claude, Midjourney, Veo, Kling, Freepik, Gamma, Envato, Kalodata, Epidemic Sound, Vectorize, PixVerse, entre outras.
As ferramentas são utilizadas de acordo com a necessidade de cada projeto. O objetivo não é aplicar tecnologia por aplicar, mas escolher os recursos adequados para transformar uma direção estratégica em uma solução executável.